Quem se omite, permite!


M.Pacheco
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Quinta-feira, Maio 10, 2012

CONTROLE SOCIAL DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO
PNDH II/2002 – GOVERNO FHC

Fala-se muito, ultimamente, que o governo quer acabar com a liberdade de expressão e de Imprensa. Mais ainda depois que a Polícia federal tornou público as negociações da revista Veja com o contraventor Carlinhos Cachoeiro.
Eu também acho que está havendo um movimento "MUNDIAL" visando controlar a mídia. Parece que a víbora está a ponto de picar quem a alimentou - os banqueiros.
Se alguém quer saber de onde parte o movimento, basta seguir o rastro e analisar quem está com medo de tanta liberdade. Ou melhor, com tanto poder de formação e manipulação da opinião, a ponto de transformar opinião publicada em opinião pública.

Mas o que eu quero mostrar, agora, está aqui no CAPÍTULO “Opinião e Expressão” do PNDH II/2002, de Fernando Henrique Cardoso:
96. Promover debate com todos os setores vinculados ao tema da liberdade de expressão e da classificação indicativa de espetáculos e diversões públicas, buscando uma ação integrada e voltada para o interesse público.
97. Estabelecer diálogo com os produtores e distribuidores de programação visando à cooperação e sensibilização desses segmentos para o cumprimento da legislação em vigor e construção de uma cultura de direitos humanos.
98. Apoiar o funcionamento da Coordenação Geral de Justiça, Classificação, Títulos e Qualificação, da Secretaria Nacional de Justiça do Ministério da Justiça - Atenção Dr. Paulo Abrão - , de modo a dotá-la de capacidade operativa compatível com sua missão institucional.
99. Criar um sistema de avaliação permanente sobre os critérios de classificação indicativa e faixa etária.
100. Promover o mapeamento dos programas radiofônicos e televisivos que estimulem a apologia do crime, a violência, a tortura, o racismo e outras formas de discriminação, a ação de grupos de extermínio e a pena de morte, com vistas a identificar responsáveis e a adotar as medidas legais pertinentes.
101. Apoiar a instalação, no âmbito do Poder Legislativo, do Conselho de Comunicação Social, com o objetivo de garantir o controle democrático das concessões de rádio e televisão, regulamentar o uso dos meios de comunicação social e coibir práticas contrárias aos direitos humanos.
102. Garantir a possibilidade de fiscalização da programação das emissoras de rádio e televisão, com vistas a assegurar o controle social sobre os meios de comunicação e a penalizar, na forma da lei, as empresas de telecomunicação que veicularem programação ou publicidade atentatória aos direitos humanos.
103. Coibir a propaganda de idéias neonazistas e outras ideologias que pregam a violência, particularmente contra grupos minoritários.
104. Propor legislação visando a coibir o uso da Internet para incentivar práticas de violação dos direitos humanos.
105. Garantir a imparcialidade, o contraditório e o direito de resposta na veiculação de informações, de modo a assegurar a todos os cidadãos o direito de informar e ser informado.
106. Apoiar formas de democratização da produção de informações, a exemplo das rádios e televisões comunitárias, assegurando a participação dos grupos raciais e/ou vulneráveis que compõem a sociedade brasileira.
107. Coibir a utilização de recursos públicos, inclusive de bancos oficiais, fundações, empresas públicas e de economia mista, para patrocinar eventos e programas que estimulem a prática de violência.
108. Apoiar, junto aos meios de comunicação, iniciativas destinadas a elevar a auto-estima dos afrodescendentes, povos indígenas e outros grupos historicamente vitimizados pelo racismo e outras formas de discriminação.
COMO SE VÊ, NÃO É DE HOJE QUE SE PENSA NO CONTROLE SOCIAL DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO
M.Pacheco

Comentário


Quarta-feira, Maio 09, 2012

Sexta-feira, Maio 04, 2012

Segunda-feira, Abril 30, 2012

SERÁ QUE A CAIXA ESTÁ FAZENDO O QUE A PRESIDENTE QUER?
SERÁ QUE É COMO DIZ A MÍDIA?

Pensando que era tudo como diz a mídia, principalmente a propaganda oficial, resolvi pedir uma ajuda à Caixa Econômica Federal, para sair de uma dificuldade que me envolvi acreditando que o governo Dilma estava mesmo incentivando os novos empreendedores.
No ano passado (julho) deixei o conforto de uma aposentadoria e resolvi investir minhas reservas (aplicadas em fundos de investimento) na compra de uma padaria.
Não fiz um mau negócio. Mas a burocracia atrapalhou, e até agora, não consegui passar a empresa para o meu nome.
A última exigência da Junta Comercial do Rio de Janeiro foi questionar minha Certidão de Casamento, onde consta que sou casado no regime de Comunhão de Bens. O fiscal da Junta quer saber se é Comunhão Parcial ou UNIVERSAL de bens. Ele não sabe que em 1967, quando casei, só havia um regime de comunhão de bens.
Resultado:
1 – Minha padaria não tem conta bancária, porque não poderia movimentá-la;
2 – Não posso pedir empréstimos nem financiamentos, porque não sou o dono da empresa;
3 – E com isso fui obrigado a usar meus Cartões de Crédito e o limite do meu Cheque Especial para fazer as compras.
Quando a situação piorou e resolvi acreditar na propaganda do Governo.
Pois bem!
Até o site da Caixa está me evitando.
Não consigo acessar meus cartões para saber o que consta nas faturas. Quando tento, encontro um aviso 2500 - CARTAO EM BOLETIM DE PROTECAO (MASTER CARD) e 0998 - Sistema Indisponível no momento (VISA).
E quando tento mandar um recado para a Ouvidoria, esbarro no final, na hora de “ENVIAR”, onde há um insistente aviso dizendo que ERREI ao digitar o “CÓDIGO”.
Acho que é um golpe para eu desistir de tentar falar com uma OUVIDORIA QUE NÃO QUER ME OUVIR.
Aliás, o Ministério da Justiça bem que podia mandar alguém fazer uma checagem nos sítios das grandes empresas (principalmente as estatais) e acabar com essa picaretagem.
Dá para perceber que os “sites” estão programados para reduzir o número de acessos, exatamente como faziam os atendimentos por telefone antes do MJ tomar as devidas providências.
DEIXO UMA PERGUNTA:
Por que só posso me dirigir à OUVIDORIA pela internet depois de tentar e não conseguir “resolver” meu problema pelo telefone? Será porque pelo telefone não tenho como provar o que falei?
M. Pacheco

Comentário


Quarta-feira, Abril 11, 2012

É PRECISO MUDAR AS REGRAS DO JOGO, URGENTEMENTE!
As que aí estão foram feitas pelo adversário!

Desde que o homem deixou de ser nômade, fixando-se em algum lugar, sentiu a necessidade de estabelecer regras para proteger aquilo que passou a chamar de propriedade privada.
Até que, no Estado moderno, os cidadãos passaram a escolher seus legisladores para fazer as regras. Vez por outra, acontece um golpe militar, que depõe o governo eleito pelo povo, e resolve mudar as regras.
Pior quando o golpe tem um patrocinador que não quer esperar para receber o que lhe é devido pelo patrocínio.
Em 1964 foi assim.
Os patrocinadores do golpe não tinham tempo a perder. Queriam lançar mão de tudo o que podiam pegar, mas tinha que ser dentro da lei. Foi aí que resolveram criar as leis que legalizassem a ilegalidade.
E mudaram as regras do jogo, permitindo que só o time deles vencesse qualquer disputa.
Começaram cassando o direito político de todos os que tinham voto; prenderam os que resistiram, e calaram os meios de comunicação para evitar que a grande maioria do povo soubesse o que eles estavam fazendo.
E com legisladores amestrados, ou bem pagos para obedecer, começaram a alterar a legislação que facilitaria a posse do que não lhes pertencia.
Antes de terminar o ano já tinham criado um Banco Central; e antes de terminar a década (anos 60) tomaram posse de todo o dinheiro dos trabalhadores, unificando os Institutos de Previdência; incentivaram o financiamento de automóveis criando o DL 911/69 que dá (até hoje!!!) o direito do banqueiro tomar o automóvel que financiou (mas você atrasou o pagamento) sem você saber que há um processo em andamento. Pior é que a Constituição de 1988 e o CDC, não permitem isso, mas o DL 911/69 continua em vigor. E como as novas regras ainda não eram suficientes, baixaram o AI 5, acabando com todas as liberdades durante dez anos (1968/1978).
E na calada da década, uma enxurrada de decretos, portarias, resoluções que ainda vigoram como o DL 911/69 foram baixados.
São essas regras que precisamos mudar. As que já não têm como mudar, como a que levou o dinheiro da Previdência, podem até ser revogadas, permitindo que novas regras, que sirvam a todos, sejam implantadas.
Nota: Peço encarecidamente a TODOS que se sintam prejudicados com regras impostas pela ditadura, Sarney, Collor, Itamar, FHC, Lula, e que Dilma continua mantendo para beneficiar o adversário, que denunciem. Citei algumas só para dar o chute inicial.
O momento é este!
Vamos jogar com regras limpas, onde também possamos vencer.

M. Pacheco

Comentário




Se o capitalismo fosse democrático não precisaria ser imposto através de armas; mantido através da mídia comprada (“patrocinada”) onde exerce a censura mascarada de liberdade de expressão; e sustentado com moeda falsa (sem lastro) com a qual compra consciências, leis e mais armas.


JUIZ LADRÃO
Por: M. Pacheco
Em julho de 1994


Por que temos que baixar a cabeça diante de um juiz ladrão, que rouba, escandalosamente, o nosso time?

Por que continuar aceitando, pacificamente, as regras do jogo, quando sabemos que quem as fez, foi o adversário?

Precisamos criar novas regras, que sirvam a todos. Mas, antes, temos que expulsar de campo, o juiz ladrão.